Ninguém é descartável

Por Mario Henrique

Edição: Lídia Mara

Quem nunca ficou aflito por falta de emprego? Quem nunca pensou em “se virar” pra ganhar uma grana “aqui e acolá”? No mundo capitalista da atualidade, é preciso dar os parabéns para os catadores de lixo e de materiais recicláveis. Pessoas que lutam sem parar com o intuito de garantir o pão de cada de dia. Mas será que eles fazem parte da PEA (População Economicamente Ativa)? Quantas políticas públicas existem para melhorar a condição desses trabalhadores?

O fato de não haver contrato de trabalho e pagamento em forma de salário para essa classe trabalhadora, nos permite o questionamento de qual a relação existente entre os trabalhos que os catadores desenvolvem e o capital envolvido que provém das empresas de reciclagens. Assim, fica fácil conhecer melhor essa atividade realizada com esforço e que está diretamente relacionada com a economia do nosso país, direta e indiretamente, afetando a vida de toda a sociedade.

A verdade é que o trabalho do catador é uma atividade árdua e que exige paciência. Paciência com a falta de condição, com o preconceito e com o desleixo do governo.

É preciso refletir sobre as condições econômicas dos catadores. Essa atitude fará com que a sociedade se coloque ao lado daqueles que batalham na busca de atenção por parte das autoridades que direcionam o Brasil.

(Postado por Lídia Mara)

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